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Estamos em pleno século 21, e a transição dos métodos de planejamento e controle de projetos começou a causar alvoroço na indústria da construção. O BIM tem reinventado os processos na construção civil e na arquitetura, abrindo um novo meio para a produtividade. Por isso, é importante que você saiba como utilizar o BIM na Construção Civil.

Conhecida por uma abordagem promissora do mercado, o BIM – Building Information Model significa “Modelagem das Informações na Construção”. Trata-se de um conjunto de informações criadas e mantidas durante todas as etapas da construção de uma obra. Certamente, a implementação do BIM pode trazer vantagens substanciais e duradouras para as empresas, sobretudo no campo de obras.

A avaliação dos sistemas construtivos por meio de um modelo virtual, reduz erros na fase de obra garantindo vantagens competitivas. Uma vez que contribui para o aumento da produtividade e assertividade durante a execução doas obras. Esta revolução tecnológica pode se encaixar no ambiente instável em que se vivem os empresários e engenheiros, onde é preciso desenvolver projetos cada vez mais rápidos e econômicos.

Quer saber mais sobre BIM? Então continue lendo este artigo e tire suas dúvidas quanto ao uso dessa ferramenta no planejamento e controle de obras.

O que é BIM

Em resumo, o BIM é um novo jeito de projetar, construir e operar edificações com base em modelagens 3D. O modelo tridimensional ajuda o construtor a ter uma visão muito mais clara e ampla do projeto em si. Com isso, a performance dos participantes tem ganhos consideráveis, gerando resultados mais previsíveis.

O BIM não é igual ao CAD 3D, ao contrário do que alguns pensam. Estamos diante de uma solução que vai além. Isto é, porque ela é capaz de integrar os dados e relacionamentos entre os modelos de uma forma inovadora.

A seguir, vamos mostrar um pouco mais sobre como a criação de modelos inteligentes por meio do uso da tecnologia de base de dados relacional pode impactar a construção. Vamos lá?

As principais vantagens do BIM para obras

Desenvolvimento do projeto com raciocínio

Uma das grandes chamadas da Modelagem de Informação da Construção é a capacidade de se desenvolver um “pensamento crítico”. Esse diferencial se destaca porque é o elemento que possibilita a geração automática do relacionamento dos dados introduzidos.
No BIM, os modelos passam a ganhar comportamentos precisos. Assim, os elementos da construção sabem o que fazem, o que são e como reagem ao restante do modelo.
Você pode estar se perguntando como essa inovação sistemática pode ajudar. Portanto, basta pensar que os projetos poderão ser planejados e quantificados como uma montagem de edificação feita por materiais reais. Acima de tudo, com características verídicas e capacidade de se relacionarem funcionalmente.

Logo, o que ganhamos com isso:

  • melhor visualização do projeto;
  • amplitude na análise estrutural;
  • simulação eficiente do cronograma de construção;
  • precisão na estimativa dos custos da obra, com base na listagem de quantitativos dos materiais.

Precisão e integração

Com um sistema que pode raciocinar melhor e de acordo com informações reais, o planejamento das obras se tornam representações precisas do projeto. Você consegue vislumbrar as oportunidades de melhoria que acompanham essa transformação?

Contudo, um destaque muito falado sobre o BIM está na capacidade de integração entre módulos, promovendo um intercâmbio de informações. Assim, todos os profissionais envolvidos na execução da obra passam a trabalhar de maneira integrada e alinhada às estratégias centrais.

Além disso, as documentações do projeto são mantidas em uma base de dados que interconecta as informações. Não é preciso fazer esforços extra ou interferência manual para promover a sincronização dos documentos.

Tomada de decisões precisas

Com uma base confiável de informações, e acesso compartilhado para as partes interessadas, presume-se que melhores decisões são tomadas. No BIM, as alterações feitas no modelo pelos profissionais são sempre processadas e atualizadas em tempo real. Contudo, contribui para auxiliar no cumprimento dos prazos, uma vez que tem-se visualização precisa do ciclo de vida da construção.

Na prática, isso quer dizer que a aderência a esse conceito nas obras eleva a previsibilidade da entrega do empreendimento.

Cumprir as datas estipuladas no cronograma de obras é um desejo que só é realizado quando todos se empenham. Um sistema como o BIM pode ser uma grande oportunidade para o teste prévio de soluções, economizando dinheiro e tempo.

A implementação do BIM na metodologia das construtoras

Estamos diante de uma oportunidade de garantir mais precisão e avaliar alternativas para melhorar recursos e processos nas construtoras. Portanto, não há como ignorar a existência dessa solução no mercado.

No entanto, o Brasil ainda precisa vencer alguns desafios para que a implementação do BIM seja feita nas empresas ligadas à construção. Ainda que a resistência contra mudanças na cultura de trabalho seja uma barreira, isso vai sendo desmistificado aos poucos.

Na prática, o alinhamento das normas e o estabelecimento de padrões para sistematização dos projetos em BIM representam questões importantes. Assim como a escassez de profissionais qualificados nesse sistema.

Mas, apesar de ser incipiente, a utilização do Building Information Modeling não está estagnada. Pelo contrário! As construtoras brasileiras estão se movimentando e avançando em sofisticação. Afinal, a implementação pode induzir ganhos para quem utiliza sistemas construtivos pré-fabricados e precisa lidar com prazos curtos de execução.

Ainda sobre essa implantação, os resultados obtidos no mercado apontam uma transformação muito clara e contínua da construção. Logo que tende a buscar o que há de mais moderno em termos de tecnologia. Desse modo, as formas mais tradicionais de fazer negócios estão sendo reavaliadas e substituídas por técnicas avançadas, abrindo espaço para novos métodos e processos.

Conclusão

A experimentação de tecnologias inovadoras e metodologias diferentes para melhorar as entregas promove mudanças que precisarão ser encaradas. Se as construtoras aderem a esse modelo cada vez mais, o fluxo de comunicação quanto aos produtos por parte da indústria é alterado, como consequência. Com isso, uma série de mudanças culturais entram na fila.

E por mais que evitem hoje, se quiserem sobreviver no mercado competitivo, as empresas de construção precisarão adotar uma tecnologia estratégica e com visão de futuro. A BIM representa esse novo passo. Vale a pena pensar quantas vezes for preciso, não é mesmo?

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